Queiroga vacina população em situação de rua no Rio de Janeiro

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Ministro acompanhou o trabalho das equipes do Consultório na Rua e assinou liberação de R$ 2,8 milhões para ampliar atendimentos.

Para acompanhar de perto a atenção dada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para a população em situação de rua, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participou da vacinação contra a Covid-19 para pessoas em situação de vulnerabilidade social nesta sexta-feira (18), no Rio de Janeiro (RJ). Queiroga esteve na Praça da Cruz Vermelha, no centro da capital, junto com equipes do Consultório na Rua, que prestam assistência a essa população.

“É um projeto prioritário de Atenção Primária para levar àqueles que mais precisam assistência à saúde e à dignidade da pessoa humana. O Governo Federal tem liberado muitas verbas para as Unidades Básicas de Saúde em todas as áreas e também nessas situações de dificuldade das pessoas que estão nas ruas”, afirmou o ministro.

Paulo Henrique dos Santos foi uma das pessoas que recebeu a primeira dose da vacina Covid-19 pelas mãos do ministro Queiroga. “Estamos prevenindo a nossa saúde. É bom tomar essa vacina. É necessário que todos se vacinem”, disse Paulo.

Além de ver de perto o trabalho das equipes na ponta, Queiroga também assinou uma portaria que libera R$ 2,8 milhões para ampliar a assistência dada pelo Consultório na Rua durante a pandemia da Covid-19.

“Nós estamos dando incentivo financeiro para todas as equipes do Brasil. A gente sabe que, com a pandemia, esse problema aumentou, e o governo Bolsonaro, o governo do ministro Queiroga, tem um olhar muito especial para os que mais sofrem”, ressaltou o secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Raphael Parente.

Atualmente, são 158 equipes financiadas pelo ministério em todo o país. Em 2020, mais de 300 mil atendimentos foram realizados pela iniciativa. Neste ano, já são mais de 110 mil atendimentos individuais e odontológicos a essa população. Em 2021, foram repassados mais de R$ 20 milhões com o custeio mensal para a estratégia.

Fonte: Marina Pagno Ministério da Saúde.

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