Vamos conhecer um pouco da sua trajetória na área da saúde.
Farmacêutico Bioquímico, formado pela Universidade Estadual de Maringá (PR) e com pós-graduação em Gestão de Hemocentros pela Universidade Federal de Pernambuco. Okumoto já comandou o setor de imuno-hematologia do banco de sangue do hospital universitário da UFMS, chefiou a Divisão Médica do Centro de Hematologia e Hemoterapia de Mato Grosso do Sul e foi responsável técnico pelo laboratório de Sorologia e Imuno-hematologia do Banco de Sangue da Santa Casa de Campo Grande.
Em Brasília, atuou no Ministério da Saúde como coordenador de Laboratórios de Saúde Pública e como secretário de vigilância em saúde, onde participou da criação e desenvolvimento do Programa Nacional de Imunização (PNI).
Osnei vem de uma família muito humilde, onde os pais não tinham uma profissão de grande remuneração.
“Eu sou de uma família muito humilde. No Mato Grosso do Sul, meu pai tinha uma oficina de automóvel e minha mãe era costureira. Então foi uma infância um tanto difícil”.
Okumoto aos 11 anos de idade, perdeu sua mãe e passou a ser criado junto a sua irmã pelo seu pai e tias, época essa que destinou toda sua atenção e foco aos estudos.
“Me restaram os estudos para tentar buscar uma direção. Então acredito que Deus foi me ajudando e me colocando no caminho certo”.
Sobre a pandemia da Covid-19, Okumoto expõe que enfrentar epidemias nunca foi uma dificuldade, afinal, como secretário de vigilância da saúde, Osnei já havia encarado inúmeros desafios, como da febre-amarela, sarampo, toxoplasmose, malária e raiva.
“Lidar com surtos e epidemias nunca foi um problema, para mim eu sempre toquei com muita tranquilidade, com muita parceria dos colegas de trabalho e sempre fui muito lúcido na parte de ouvir pessoas e tomar decisões”.
Hoje Osnei Okumoto segue na PRESIDÊNCIA da Fundação Hemocentro de Brasilia fazendo o que nasceu para fazer, cuidar da população, gerenciando saúde através da sua dedicação diária.
O que é o Hemocentro?
Os Hemocentros são instituições públicas ou privadas que realizam atividades de hemoterapia e hematologia com o objetivo de fornecer sangue (seus componentes e hemoderivados), preferencialmente, aos hospitais da rede pública (Quando se tratar de Hemocentros Públicos) e, preferencialmente, diversos da rede privada (Quando se tratar de Hemocentros Privados), além do atendimento ambulatorial das patologias relacionadas com o sangue.
Os Hemocentros Públicos podem fornecer sangue aos hospitais privados quando houver necessidade e os Hemocentros Privados podem fornecer sangue aos hospitais da rede pública quando os bancos de sangue da rede pública estiverem com baixo estoque de sangue a ponto de impossibilitar o atendimento aos pacientes com doenças do sangue e os casos emergenciais que necessitam de sangue.
Nos Hemocentros da Rede Pública a doação de sangue é voluntária, anônima, altruísta, não remunerada e o sangue é repassado de forma gratuita aos Hospitais Públicos e aos Prontos Socorros. Nos Hemocentros Privados a doação de sangue é voluntária, anônima, não remunerada e o sangue é repassado de forma gratuita aos Hospitais Privados – os Hemocentros Privados cobram o custo da coleta do sangue: os insumos utilizados, reagentes, materiais descartáveis e a mão-de-obra especializada, inclusive honorários médicos.
Fonte: Blog Olhar Digital/O Panorama/Visão Diária News.











