Por: Redação – Demis Viana, pesquisador independente (“Mundo Secreto”).
O mundo atravessa um momento em que qualquer silêncio pesa, qualquer movimento político altera mercados e qualquer fenômeno natural gera inquietação global. Em meio a essa atmosfera de incerteza, declarações recentes do pesquisador brasileiro Demis Viana, conhecedor de temas geopolíticos e fenômenos incomuns, trouxeram à tona um conjunto de informações inquietantes.
Não se trata de ficção. Trata-se de uma convergência real entre fatos verificáveis, interpretações ousadas e pontos cegos que governos e agências oficiais raramente comentam.
O resultado é uma matéria que pressiona o leitor a refletir verdadeiramente:
A tensão nos bastidores dos EUA: Trump, Flynn e a guerra oculta por poder
Nos Estados Unidos, fontes ligadas a círculos militares e analistas independentes apontam que a disputa política não ocorre apenas no plano eleitoral. Segundo relatos citados por Demis Viana, o general reformado Michael Flynn figura de peso e voz influente entre militares estaria pressionando Donald Trump a romper o silêncio.
Os pedidos seriam claros:
- Admitir publicamente por que a Guarda Nacional tem sido ativada em áreas específicas.
- Explicar operações discretas no Caribe, oficialmente atribuídas ao combate ao narcotráfico.
- Revelar o impacto estratégico da guerra econômica em curso.
Ninguém confirma oficialmente.
Mas ninguém desmente com clareza.
Analistas avaliam que essa combinação de silêncio, movimentação militar e declarações isoladas formam um cenário onde o que não é dito pesa mais do que o dito.
Flynn teria alertado que a falta de transparência alimenta narrativas hostis e fortalece grupos que desejam ver os EUA mergulhados em instabilidade.
Fenômenos naturais extremos: coincidência ou alerta global?
Enquanto isso, a própria Terra parece atravessar um ciclo de instabilidade que desperta atenção de cientistas. O que Demis chama de “encontro dos mundos” é, na leitura de especialistas, um período de:
- aumento histórico de tempestades solares;
- atividade sísmica crescente;
- vulcões milenares despertando;
- alterações perceptíveis no clima global.
Embora as interpretações místicas pertençam ao campo espiritual, os fenômenos físicos são reais e documentados.
Para Demis, porém, há mais:
O planeta estaria passando por uma transição energética e física que poderá alterar a percepção humana de realidade.
Essa visão, confirmada pela ciência, tem ganhado seguidores no mundo todo principalmente entre grupos que acreditam que experiências anômalas e aparições de objetos não identificados se encontram diretamente ligados a mudanças no campo magnético terrestre.
“Eles já estão aqui”: o limite entre o possível e o impossível
Demis cita fontes que acreditam que civilizações exógenas nórdicos, grays, reptilianos e seres interdimensionais já estariam presentes em zonas específicas do planeta, monitorando o comportamento humano diante do colapso político e ambiental iminente.
Cresce a cada ano o número de cientistas renomados que defendem abertamente a possibilidade de interação com tecnologias não humanas. A própria NASA, o Pentágono e departamentos de inteligência dos EUA já reconheceram que existem fenômenos aéreos que não conseguem explicar.
O que era tabu há 20 anos hoje é pauta de comissões no Congresso americano.
A surpreendente “Arca do Brasil”: o nome que apareceu no Google Earth
O ponto mais explosivo, porém, vem do Brasil. Demis e JP figura respeitada em comunidades internacionais de pesquisa ufológica revelam que o Google Earth batizou oficialmente uma área entre Caldas Novas e Rio Quente (GO) como:
“Arca do Brasil”
Sim, o nome aparece realmente no aplicativo.
A partir daí, surge a pergunta inevitável:
Por que essa área foi nomeada assim? Por quem? E com qual finalidade?
O local está próximo a áreas isoladas, com propriedades privadas extensas e frequente movimentação de turistas mas também de equipes técnicas. A NASA já publicou fotos enigmáticas de solo brasileiro recentemente, acendendo ainda mais a chama da verdade.
Para JP, trata-se de um ponto-chave de uma estrutura subterrânea colossal uma das chamadas Space Arks, instalações milenares que guardar tecnologia de outros mundos.
Nada disso é confirmado por governos.
Mas a denominação pública no Google Earth permanece. E esse simples detalhe institucional já basta para impulsionar o debate.
As três Arcas principais: Brasil, Atlântico e Ucrânia
Arca do Brasil
A que mais chama atenção pela aparição “oficial” no Google Earth.
Arca do Atlântico
Movimentando-se ao sul de Porto Rico, monitorada por forças internacionais.
Arca da Ucrânia
Localizada sob Oleski Sands área onde militares e cientistas têm acesso restrito desde 2014.
Todas essas estruturas, segundo relatos, guardariam:
- tecnologia desconhecida,
- vestígios de povos avançados,
- e mecanismos capazes de alterar a compreensão humana sobre história antiga.
2026: a “Idade da Divulgação”?
JP afirma que o contato pode ocorrer entre 2025 e 2026 não necessariamente uma aparição pública, mas um evento global que colocará governos sob pressão para admitir o que sabem.
A comunidade acadêmica trata tais afirmações com cautela. Mas o governo dos EUA, pela primeira vez na história, admite publicamente a possibilidade de vida inteligente não humana.
Se antes tudo era ridicularizado,
agora existe orçamento federal destinado à investigação de UAPs. Algo está mudando. E rápido.
O mundo está no limiar do desconhecido
- Há movimentações militares reais.
- Há fenômenos naturais intensificando-se.
- Há estruturas misteriosas nomeadas em plataformas oficiais.
- Há reconhecimento governamental da existência de objetos inexplicáveis.
- Há um público global cada vez mais atento.
O século XXI está sendo marcado por um ambiente onde ciência, política, geologia e mistério caminham lado a lado e onde o que parecia impossível há poucos anos se torna pauta cotidiana.
A fronteira entre o que é oficial e o que é oculto está se tornando cada vez mais tênue. O mundo mudou.
E talvez esteja mudando mais rápido do que imaginamos.
Fonte: Demis Viana – Coluna “Mundo Secreto”.









