A legislação que regula as modificações em veículos automotores, originada no Projeto de Lei nº 410/2022, apresentado pelo ex-deputado federal Luis Miranda, hoje (Partido Democrata), continuará integrando o ordenamento jurídico brasileiro e seguirá produzindo efeitos em todo o país.
A norma continuará alcançando uma frota nacional superior a 120 milhões de veículos, beneficiando diretamente cerca de 30 milhões de automóveis que possuem algum tipo de modificação.
No Distrito Federal, onde circulam aproximadamente 1,8 milhão de veículos, estima-se que mais de 400 mil automóveis passarão a ser impactados diretamente pela legislação, incluindo carros personalizados e veículos antigos.
A lei permite segurança jurídica para proprietários, clubes automotivos e organizadores de eventos, fortalecendo o setor e impulsionando os encontros de carros antigos em Brasília. Lei de veículos modificados fortalece cultura automotiva e impulsiona eventos de carros antigos em Brasília
A legislação que trata das modificações em veículos automotores, originada de projeto apresentado pelo ex-deputado federal Luis Miranda, hoje, (DEMOCRATA), integra hoje o ordenamento jurídico brasileiro e impacta diretamente milhões de motoristas em todo o país.
A norma altera dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e permite que proprietários realizem modificações em seus veículos sem necessidade de autorização prévia do Detran, desde que sejam respeitados critérios técnicos e de segurança.
O Brasil possui atualmente uma frota superior a 120 milhões de veículos, e estimativas do setor automotivo indicam que mais de 30 milhões apresentam algum tipo de modificação, seja estética, estrutural ou funcional.
A legislação beneficia diretamente esse público, além de clubes automotivos, oficinas especializadas e colecionadores de veículos antigos.
A redução da burocracia fortalece o mercado de restauração e customização, setor que movimenta bilhões de reais por ano, e contribui diretamente para o crescimento dos encontros e exposições automotivas em todo o país.
Brasília se consolida como polo nacional do antigomobilismo
Na prática, a legislação influencia diretamente o fortalecimento dos eventos de carros antigos em Brasília, que hoje reúnem milhares de pessoas e movimentam turismo, lazer e economia criativa.
Eventos ativos na capital
Brasília Auto Indoor
Evento indoor que reúne carros antigos, clássicos, esportivos e customizados em grandes exposições, com programação cultural, estandes comerciais e atrações para toda a família. Cada edição recebe milhares de visitantes.
Instagram oficial:
https://www.instagram.com/brasiliaautoindoor/
Auto Parque DF
Exposição ao ar livre que reúne carros antigos, esportivos e customizados no Parque da Cidade, com entrada gratuita, praça de alimentação e programação cultural. O evento se consolida como um dos maiores encontros automotivos do Distrito Federal.
Instagram oficial:
https://www.instagram.com/autoparquedf/
Encontro Antigos do Planalto
Tradicional encontro de antigomobilismo realizado no Guará, reunindo centenas de veículos clássicos por edição e atraindo famílias, colecionadores e entusiastas do automobilismo.
Instagram oficial:
https://www.instagram.com/antigos_do_planalto/
Impacto econômico e cultural
Com a legislação em vigor e a consolidação dos eventos:
• O setor de customização cresce cerca de 20% ao ano;
• Os encontros automotivos ampliam seu público em até 40%;
• São gerados milhares de empregos indiretos nos setores de turismo, alimentação e serviços;
• A regularização de veículos antigos fortalece clubes e associações automobilísticas;
• A cultura automotiva passa a ser reconhecida como patrimônio histórico e social.
Tradição, lei e paixão sobre rodas
A norma proposta por Luis Miranda representa hoje um marco para os apaixonados por carros no Brasil.
Ao mesmo tempo, os eventos de carros antigos de Brasília consolidam a capital como referência nacional no antigomobilismo, reunindo tradição, lazer e desenvolvimento econômico.
A união entre legislação moderna e cultura automobilística transforma os encontros em espaços de convivência social, preservação histórica e geração de renda.
Fonte: Eduardo Magregor – Jornalísta.










