Em um momento em que muitos políticos se afastam das grandes discussões nacionais após deixarem cargos públicos, o ex-deputado federal Luis Miranda segue atuando intensamente nos bastidores das decisões que impactam diretamente a economia brasileira.
Nesta semana, Miranda esteve em agenda institucional no Tribunal de Contas da União, onde se reuniu com o ministro Walton Alencar Rodrigues para apresentar um alerta técnico sobre os efeitos da restrição ao uso do prejuízo fiscal e da base negativa da CSLL nas negociações de transação tributária no Brasil.
O encontro reforça que, mesmo fora do mandato parlamentar, Miranda continua participando ativamente de debates estruturais que envolvem arrecadação pública, segurança jurídica e sobrevivência de empresas brasileiras temas que impactam diretamente empregos, investimentos e estabilidade econômica.
Durante a reunião, o ex-deputado apresentou ao ministro um parecer técnico detalhado com dados, cenários econômicos e projeções sobre os riscos que determinadas interpretações restritivas podem gerar para as negociações conduzidas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e pela Receita Federal do Brasil.
Segundo ele, a transação tributária tem sido um instrumento fundamental para permitir que empresas renegociem dívidas fiscais de forma sustentável, garantindo arrecadação ao Estado e evitando o colapso financeiro de negócios que geram empregos.
No entanto, o endurecimento das regras sobre a utilização de créditos fiscais pode produzir o efeito inverso ao desejado pelo governo.
“Quando a transação tributária deixa de ser viável, o resultado não é mais arrecadação. O resultado pode ser exatamente o contrário: menos acordos, mais crise financeira nas empresas, aumento da judicialização e impacto direto na geração de empregos no Brasil”, afirmou Luis Miranda após o encontro no TCU.
Para especialistas em Direito Tributário, o tema é altamente sensível. A previsibilidade nas regras de negociação fiscal é considerada essencial para garantir segurança jurídica, manter empresas ativas e evitar que disputas tributárias se transformem em longas batalhas judiciais.
Nos bastidores do debate econômico, analistas avaliam que o julgamento do recurso em análise no Tribunal de Contas da União poderá se tornar um marco importante para o futuro das negociações tributárias no país, influenciando diretamente a relação entre Estado e setor produtivo.
A atuação de Luis Miranda nesse debate também reforça um movimento cada vez mais presente na política brasileira, lideranças que continuam exercendo influência técnica e institucional mesmo fora de cargos eletivos, participando de discussões estratégicas para o país.
“Estar no Tribunal de Contas da União não é apenas uma agenda institucional. É um compromisso com a responsabilidade pública e com o futuro econômico do Brasil.
Mesmo sem mandato, sigo acompanhando e defendendo temas que impactam diretamente os empresários, os trabalhadores e toda a população brasileira”, declarou Miranda.
Em um cenário econômico desafiador, onde empresas enfrentam alta carga tributária e insegurança regulatória, discussões como essa podem definir não apenas o modelo de arrecadação do Estado, mas também o ambiente de negócios e a capacidade do Brasil de gerar emprego, renda e desenvolvimento.
Fonte: Blog Olhar Digital









