Mesmo fora do país, o ex-deputado federal Luis Miranda, atualmente nos Estados Unidos, tornou-se um dos principais nomes a repercutir o episódio ocorrido durante um bloco de Carnaval no Distrito Federal, em que houve tentativa de interferência direta na atuação da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) durante abordagem a pessoas flagradas com drogas e objetos perfurocortantes.
A reação de Miranda rompeu a narrativa emocional e militante e reposicionou o caso no campo jurídico, administrativo e de segurança pública. Em poucas horas, seu vídeo e publicações circularam amplamente em redes sociais, acumulando milhares de compartilhamentos e inserindo o tema no chamado “fluxo digital” nacional.
“Quando a polícia age dentro da lei, ela está agindo em nome do povo. Defender a polícia é defender famílias”, declarou Miranda.
FATOS CONFIRMADOS PELA PMDF
Segundo nota oficial da PMDF:
A ação ocorreu durante bloco carnavalesco no centro de Brasília.
Cães farejadores localizaram entorpecentes (maconha). Pessoas foram abordadas e conduzidas à delegacia.
A coordenadora do bloco tentou impedir fisicamente a condução dos suspeitos.
Durante a confusão, o deputado distrital Fábio Félix se aproximou da área de contenção e acabou sendo atingido por spray de pimenta após contato físico com policial em serviço. Toda a ocorrência foi registrada em vídeo. Do ponto de vista técnico, trata-se de situação típica de interferência indevida em ato administrativo legítimo.
LEGALIDADE DA AÇÃO POLICIAL
A atuação da PMDF encontra respaldo no artigo 144 da Constituição Federal, que atribui às polícias militares a preservação da ordem pública. A tentativa de impedir a condução de suspeitos pode caracterizar resistência ou desobediência à ordem legal. Não há distinção jurídica entre cidadão comum e parlamentar quando este não está em diligência oficial.
Miranda foi categórico:
“Mandato não é salvo-conduto. Parlamentar não existe para proteger infrator, existe para proteger cidadão.”
“Quem se coloca entre o policial e a lei escolhe o lado errado da história.”
RISCO SOCIAL EM EVENTOS DE MASSA
Estudos em segurança pública indicam que eventos com alta densidade populacional, álcool e drogas aumentam exponencialmente o risco de violência.
A presença de facas e objetos cortantes potencializa conflitos banais.
A intervenção precoce da polícia reduz a probabilidade de escalada de agressões.
Para Miranda:
“Impedir a polícia é aumentar o risco coletivo. Isso não é ativismo, é irresponsabilidade.
LUIS MIRANDA VIRA TEMA CENTRAL NAS REDES
Após sua manifestação, a discussão explodiu nas plataformas digitais:
Hashtags de apoio à PMDF ganharam tração. Publicações em defesa da polícia lideraram engajamento. Usuários cobraram responsabilidade institucional de autoridades públicas.
Miranda comentou:
“O povo cansou de ver criminoso virar vítima e polícia virar vilã.”
“A internet virou tribunal da consciência pública.”
DIMENSÃO POLÍTICA
Miranda comparou a reação ao caso com discursos anteriores envolvendo pedidos de impeachment do governador Ibaneis Rocha, destacando o princípio da isonomia:
“Se pedem rigor para o governador, o mesmo rigor vale para deputado. A lei não tem ideologia.” Você parlamentar Legislativo, pode receber um belo impeachment.
O PESO DAS IMAGENS
Os vídeos divulgados são considerados prova material relevante:
– Mostram tentativa clara de impedir condução de suspeitos.
– Evidenciam necessidade de uso de meio não letal (spray de pimenta).
– No campo técnico-probatório, imagens possuem força superior a versões narrativas.
A análise integrada dos fatos aponta que: Houve tentativa de obstrução da ação policial. A atuação da PMDF foi legal, legítima e proporcional.
A reação de Luis Miranda catalisou o sentimento popular pró-ordem pública.
A politização do episódio enfraquece o Estado de Direito.
Miranda sintetizou:
“Carnaval não suspende a Constituição.”
“Não existe festa sem lei.”
“E não existe mandato acima da polícia.” Disse Luis Miranda @luismirandausa
O episódio se consolida como símbolo do embate entre autoridade legal e ativismo ideológico, colocando no centro do debate a defesa da legalidade e da segurança pública.
Fonte: Blog Olhar Digital.












