Peninha ataca cristãos, reacende histórico de polêmicas e provoca reação dura do deputado Júlio Cesar

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O historiador e influenciador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, voltou ao centro de uma grande controvérsia nacional após divulgar vídeo em duas redes sociais afirmando que cristãos não deveriam votar.

A declaração provocou forte reação social e política, sendo classificada como discriminatória e antidemocrática.

A resposta veio de forma direta e combativa do deputado federal Júlio Cesar Ribeiro, que não contemporizou e saiu publicamente ao ataque contra a fala do influenciador.

Enfrentamento direto a Peninha

Júlio Cesar afirmou que a fala de Peninha ultrapassa os limites da liberdade de expressão e atinge o núcleo da Constituição, que garante igualdade de direitos e liberdade religiosa.

“Não é debate de ideias. É tentativa de excluir milhões de brasileiros da vida política. Isso é grave, é perigoso e precisa ser enfrentado”, disse.

O deputado afirmou que discursos desse tipo precisam ser combatidos politicamente e juridicamente, pois estimulam divisão social e desrespeito institucional.

Segundo especialistas, retirar direitos por crença, ideologia ou profissão é característica de regimes autoritários.
“Não existe democracia pela metade. Ou todos votam, ou não existe democracia”, reforçou Júlio Cesar.

Vejam na íntegra aqui https://www.instagram.com/reel/DUWT739Adch/?igsh=c2F1cDJ6bmIybW8x

Liberdade de expressão tem limite constitucional

A Constituição garante liberdade de opinião, mas não autoriza a exclusão de grupos inteiros do processo político.
Para o deputado, Peninha tenta travestir preconceito de crítica cultural:

“Criticar é legítimo. Discriminar é crime moral e político. E eu vou reagir toda vez que alguém tentar diminuir o povo cristão”, afirmou.

Reação popular

A declaração gerou manifestações de líderes religiosos, juristas e cidadãos comuns. Muitos apontam que o discurso de Peninha representa um ataque simbólico não apenas à fé cristã, mas ao princípio básico da cidadania.

Júlio Cesar: defesa ativa da fé e da Constituição

O parlamentar encerrou sua manifestação reafirmando que sua postura será sempre de enfrentamento político contra qualquer tentativa de silenciar a fé cristã:

“O cristão vota, participa, decide e constrói o Brasil. Quem ataca isso, ataca a democracia. E eu estarei sempre do lado do povo.”

O caso segue repercutindo nas redes sociais e no meio político, ampliando o debate sobre intolerância ideológica, religião e democracia no país.