VETO PRESIDENCIAL À DOSIMETRIA ESCANCARA CONFLITO ENTRE EXECUTIVO E CONGRESSO, E JÚLIO CESAR RIBEIRO ASSUME LINHA DE FRENTE PELA JUSTIÇA REAL

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O veto integral e sem concessões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto da Dosimetria, aprovado pela Câmara dos Deputados após amplo debate legislativo, acendeu um novo e intenso embate político em Brasília.

A decisão do Palácio do Planalto foi interpretada por parlamentares como um gesto de afronta direta à soberania do Congresso Nacional e ao esforço coletivo por um sistema de Justiça mais equilibrado, previsível e tecnicamente responsável.

No centro dessa reação está o deputado federal Júlio Cesar Ribeiro, que votou SIM pela aprovação do projeto e agora se consolida como um dos principais articuladores políticos para a derrubada do veto presidencial. Para o parlamentar, o veto não atinge apenas um texto legislativo, mas compromete a construção de um modelo de Justiça que respeite critérios objetivos e afaste decisões arbitrárias.

Congresso reage e articula maioria
Nos bastidores do Legislativo, o clima é de mobilização. Deputados de diferentes partidos avaliam que o veto de Lula extrapola o campo técnico e avança sobre uma pauta sensível: o equilíbrio entre os Poderes.

A dosimetria, defendem os congressistas, representa segurança jurídica, previsibilidade e respeito às garantias fundamentais pilares essenciais do Estado Democrático de Direito.

Júlio Cesar Ribeiro tem sido enfático ao afirmar que o Parlamento não pode se curvar a decisões unilaterais do Executivo quando há um posicionamento claro da maioria dos representantes do povo.

“Não se trata de governo ou oposição. Trata-se de justiça, de equilíbrio institucional e de respeito ao trabalho do Congresso. Vou lutar para que esse veto seja derrubado”, tem reforçado o deputado em articulações políticas.

Justiça real como bandeira. Com uma atuação marcada pela coerência e firmeza, Júlio Cesar Ribeiro transforma a dosimetria em bandeira de seu mandato.

O deputado defende que penas devem ser proporcionais, fundamentadas e livres de excessos, garantindo que o sistema penal não seja instrumento de insegurança jurídica ou perseguição seletiva.

Ao assumir posição pública contra o veto, o parlamentar amplia sua visibilidade nacional e se posiciona como defensor de uma justiça real, que protege tanto a sociedade quanto os princípios constitucionais.

Um embate que pode redefinir forças em Brasília

A derrubada de um veto presidencial exige maioria qualificada no Congresso, o que transforma o tema em um verdadeiro teste de força política. Caso o veto de Lula seja rejeitado, o episódio poderá marcar uma virada simbólica na relação entre Executivo e Legislativo, reafirmando a autonomia do Parlamento e a força da articulação política suprapartidária.

O confronto está posto. De um lado, o Palácio do Planalto tentando sustentar o veto. Do outro, o Congresso Nacional e lideranças como Júlio Cesar Ribeiro, que prometem ir até o fim para restaurar a decisão aprovada democraticamente pela Câmara.

Mais do que uma disputa jurídica, o debate sobre a dosimetria se consolida como um capítulo decisivo da política brasileira, onde o que está em jogo não é apenas uma lei, mas o conceito de justiça, equilíbrio institucional e respeito à vontade popular.