COPEV-ITAPOÃ: progredindo para o direito de abertura das igrejas da cidade

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*Foto por Diego: arquivo administração regional do Itapoã.

A celebração de cultos presenciais por parte das igrejas que não se enquadram no decreto 40.982 do GDF estão entrando em discussão neste período.

Por: Eduardo Magregor.

O Pastor Henrique – Presidente do COPEV-ITAPOÃ-DF esta buscando junto ao Governo do Distrito Federal e Câmara legislativa do Distrito os mesmos direitos cedidos pelo decreto, mais que agora ele possa também abraçar positivamente as demais igrejas de pequeno porte.

*Imagem cedida por acessória COPEV-ITAPOÃ-DF.

Hoje nas cidades satélites citando grau e números, muitas delas também devam receber o mesmo direito de reabertura, claramente seguindo todas as determinações apontadas pelo Governo do Distrito Federal entre diversas normas de cuidados com a saúde dos presentes.

Segundo o documento do Governo do Distrito Federal, cultos, missas e rituais devem ser realizados desde que os encontros aconteçam em locais com capacidade para mais de 200 pessoas e somente para pessoas entre 12 e 60 anos, mantendo, claro, a distância de, no mínimo 1,5 metro entre os fiéis. Os assentos também devem ser demarcados e o uso de máscaras é obrigatório.

Sobre as maiores dúvidas e esclarecimentos ante o tema, segue a pergunta sobre o mesmo a baixo.

Por que alguns templos religiosos com maior número de fiéis estão favoráveis à volta das suas relações/atividades em um cenário presencial devido ao decreto do Governo do Distrito Federal seguindo os devidos cuidados com a saúde da população presente estão aptos a volta e os pequenos templos com menor número de fiéis não? 

A cidade Itapoã progride na luta pelos seus direitos religiosos em nome da fé expressiva da população que também necessita desses espaços tanto para acolhimentos quanto para sua libertação espiritual.

O Pastor Henrique apresentou a peculiaridade das igrejas do Itapoã onde 90% são estabelecidas em lotes 8m por 16m, limitando assim a capacidade de lotação das mesma.

Segundo pesquisa realizada neste período de pandemia pela empresa Idea Big Data, divulgada pelo canal de notícias CNN, a maior preocupação dos brasileiros hoje, em tempos de pandemia, é cuidar da alma. Isso porque 32% declararam que ir aos espaços sagrados é o que elas mais querem fazer depois que as medidas de isolamento social acabarem.

O deputado Rodrigo Delmasso, autor da Lei 6.630 que reconhece as atividades religiosas como serviços essenciais no DF em tempo de calamidade, se comprometeu a oficiar o GDF solicitando um decreto de autorização para as igrejas cujo a capacidade de lotação é inferior a 200 pessoas.

Fonte: Blog Olhar Digital.