Governo do Distrito Federal / SINPRO-DF: retorno as aulas presenciais é uma ameaça a milhares de vidas

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Sinpro aponta a retomada do ensino na rede pública como uma ameaça a milhares de vidas.

GDF vai recorrer de decisão judicial que obriga o retorno e associação de instituições de pais de alunos defende o retorno às escolas.
O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) se manifestou contra a decisão da Vara da Infância e da Juventude que determina o retorno presencial das aulas da rede pública de ensino.
O sindicato afirmou que recebeu com surpresa a informação e prometeu lutar pela continuidade de suspensão de aulas presenciais na rede. No entendimento do Sinpro, não é possível comparar as condições de retorno das escolas públicas com a rede particular que já tem permissão para a volta escalonada dos alunos e conta com o retorno do ensino médio amanhã.

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GDF recorre de decisão para retomada de aulas na rede pública.

“Inclusive, muitas escolas da rede privada optaram por concluir o ano letivo só com as aulas remotas. Nós não compreendemos essa decisão, temos muita preocupação com isso e vamos fazer toda a luta necessária para que esse retorno não aconteça, porque o retorno da rede pública significa colocar milhares de vidas em risco”, comentou a diretora do Sinpro, Rosilene Corrêa.

BOLETIM COVID-19: DF tem mais 10 óbitos confirmados.

Na atualização do boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do DF ontem à noite foram confirmados 526 novos casos de coronavírus em relação ao dia anterior. Somado aos números anteriores, o DF tem 208.761 casos de infectados confirmados e um total de 3623 mortes (1,7%). Em linhas gerais, 54,1% dos casos atingiram mulheres; enquanto a porcentagem de óbitos foi de 58,2% para o sexo masculino. O boletim também confirma um total de 10 óbitos ocorridos entre os dias 17 e 22 de outubro, sendo que há percentual idêntico de contágio entre homens e mulheres. No grupo das 10 fatalidades, nove casos atingiram pessoas com mais de 60 anos, além de uma pessoa na faixa dos 40 anos. Nove destas mortes ocorreram entre moradores do DF, sendo três casos em Ceilândia e quatro em Samambaia. Apenas uma das pessoas mortas não apresentava comorbidades.

Fonte: Correio Brasiliense.