Pets em Brasília: Zoonoses tem 15 cachorros à espera de uma família para adotá-los

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Todos são machos e adultos e foram vacinados. Para levar um, é necessário ser maior de 18 anos e assinar termo de responsabilidade.

Adotar sim, mas com responsabilidade!

Os animais possuem os mesmos sentimentos de alegria, dor, fome, sono e amor que você. Eles Precisam tomar vacinas, se alimentarem, beber água e fazem xixi e cocô. Esses animais que vivem nas ruas, abrigos, lares temporários normalmente tem uma história muito triste, uma história de dor e abandono. Seja você a luz de um novo lar para eles.

“Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não.” (John Grogan, Marley & Eu).

Pandemia e adoção:

Com a pandemia da Covid-19 e a solidão provocada pelo isolamento social, poucas visitas e sem muitas distrações, que tal adotar um bichinho de estimação para alegrar o dia a dia? O canil da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses, da Secretaria de Saúde, está com 15 cães disponíveis e aptos para adoção.

São todos machos e adultos à espera de um novo dono e um novo lar. Os cães já realizaram exames para leishmaniose e foram vacinados para raiva. Estão todos em excelentes condições para serem adotados.

O cidadão que deseja adotar um amigo peludo deve comparecer à Diretoria de Vigilância Ambiental, no Noroeste. O horário de visitação é das 11h às 17h, de segunda a sexta-feira. 

“Para adotar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, ter acima de 18 anos e assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal”, explica o gerente da Zoonoses, Rodrigo Menna.

Além disso, o novo dono precisa se comprometer a manter o ambiente do animal (canil) limpo e dar carinho e atenção por toda vida. Também é preciso realizar exames anuais, aplicar as vacinas necessárias e administrar vermífugo – além de aplicar remédio contra pulga, carrapato e repelente de flebótomo, conhecido como mosquito palha, transmissor do parasita da leishmaniose visceral canina.

No momento da adoção, o interessado recebe orientações quanto à guarda responsável de animais domésticos e às medidas de prevenção e controle de doenças. Antes de ser doado, cada peludo fica em observação por dez dias e é vacinado contra a raiva. Os cães também fazem testes para identificar possíveis casos de leishmaniose.

Com informações da Secretaria de Saúde/DF/Agência Brasília/Blog Olhar Digital.