sábado, maio 9, 2026
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Mais 900 pessoas são capacitadas a atuar em casos de importunação sexual a mulheres em grandes eventos 

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A iniciativa do Protocolo Por Todas Elas, da Secretaria de Justiça e Cidadania, reforça a construção de ambientes mais seguros, inclusivos e preparados para diferentes públicos

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) segue ampliando as ações de conscientização e prevenção à violência contra a mulher em grandes eventos na capital.

Nesta semana, o Protocolo Por Todas Elas, da Sejus-DF, chegou ao Rock Saloon, bar instalado no Bosque da Arena Mané Garrincha. O espaço faz parte da programação do Capital Moto Week, que será realizado em julho.

Ao todo, 45 profissionais das equipes de segurança e brigada participaram da formação, que integra as ações de capacitação voltadas ao atendimento humanizado e à atuação em situações de importunação sexual em eventos.

Por meio do Protocolo Por Todas Elas, cerca de 900 profissionais já foram capacitados em 37 estabelecimentos, ao longo de dois anos, para atuar em situações de importunação sexual, além de oferecer acolhimento e atendimento humanizado ao público.

Respeito às diferenças

O treinamento orienta os participantes sobre como identificar situações de vulnerabilidade, agir em casos de importunação sexual e garantir acolhimento adequado às vítimas. A iniciativa reforça a construção de ambientes mais seguros, inclusivos e preparados para diferentes públicos.

Além do Protocolo Por Todas Elas, a capacitação também abordou temas como respeito às diferenças, acessibilidade e atendimento humanizado em eventos de grande porte.

A formação foi conduzida pela Subsecretaria de Apoio às Vítimas de Violência da Sejus. Para a assessora especial da pasta, Luene Garcia, a união entre poder público e iniciativa privada fortalece as ações de cidadania. “Quando entretenimento e conscientização caminham juntos, toda a sociedade ganha”, ressaltou.

Já o CEO do Capital Moto Week, Juliana Jacinto, reforça que a formação das equipes contribui para a criação de espaços mais seguros e acolhedores. “Quando capacitamos profissionais para lidar com situações de violência e promover o respeito às diferenças, ampliamos a cultura de cuidado dentro e fora dos eventos”, afirmou.

*Com informações da Sejus-DF