Coluna – Dani Salomão| Nada é questão de pele. Mas tudo é questão de respeito e justiça ao próximo

0
860
Racismo NÃO. Seja um agente da mudança em nosso país. Valorize todas as diferenças por você e pelos demais a sua volta.

Por: Dani Salomão.

De maneira menos direta, o racismo institucional é a manifestação de preconceito por parte de instituições públicas ou privadas, do Estado e das leis que, de forma indireta, promovem a exclusão ou o preconceito racial.
A nossa liberdade de expressão não nos dá carta branca para o preconceito. As pessoas são livres para emitir opiniões mais nunca de julgar algum por sua cor.

O principal meio de combate a esse tipo de preconceito deve ser travado por meio da educação que deve servir como base para esta compreensão do mundo e das diferenças que existem nele, tendo sempre como objetivo a afirmação da igualdade de direitos e deveres que todos temos uns com os outros, independente de sexo, gênero, cor, orientação sexual, crença ou outras mas.

LEIA MAIS:

Coluna – Dani Salomão | Sexo no casamento é uma condição de querer ou não. O estupro existe nos casamentos SIM.

Um caso que ocorreu no Distrito Federal no início do ano de 2020. 
Professora denuncia racismo em escola pública de Taguatinga. O fato ocorreu ainda este ano.
A professora relatou que a diretora começou a persegui-la e, em uma das vezes, chegou a dizer que ela teria que trabalhar em uma “senzala”

“Ela disse que eu iria dar aula na senzala. Na hora, não consegui reagir e, até hoje, a docente segue abalada e precisando de acompanhamento médico.” Essa é a declaração da professora Vera Lucia Gomes da Silva, de 38 anos, que sofreu racismo em seu ambiente de trabalho pela sua própria diretora. Pessoa esta responsável por estabelecer um convívio social dentro da instituição de forma a abraçar sem quaisquer distinção todos os profissionais que ali estão.

A professora em relato acusa a diretora de uma escola pública de Taguatinga de racismo. A situação teria ocorrido no início do ano e ela denunciou o ataque à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que abriu inquérito para apurar o caso. A diretora se posicionou por meio do advogado de defesa. Ela nega as acusações.

Vera contou ao jornal Correio Brasiliense que se ateve aos fatos na data que os atos racistas denunciados começaram assim que ela entrou na escola, onde lecionava em contrato temporário.

LEIA TAMBÉM:

Coluna – Dani Salomão | A selva de pedra possui os seus traços. Quem sou eu?

O caso teve sua relação com a justiça de forma que tudo pudesse ser averiguado. Hoje saberemos mais como está este caso é como ele se desenvolveu perante todos os fatos ocorridos.

E diante deste caso, nós iremos aos encontro desta professora para sabermos como ela está. By Dani Salomão. 

Fonte: Blog Olhar Digital/Correio Brasiliense.